| |
|
|
| 09:45pm 29/04/2007 |
| |
Há umas semanas anunciaram no telejornal da TVI ( este canal tem que pagar-me uma comissão pelas vezes em que o anuncio no meu blog) o site www.rentawife.pt. Em primeiro lugar é inconstitucional. Um site que só permite arrendar esposas...mas não «esposos». Em segundo lugar, a tradução portuguesa será arrendar ou alugar? Claro que o ser humano é móvel...mas será uma coisa? Ou eles querem dizer que as mulheres são uma coisa? Bem machista já é este site...talvez tenham que arranjar um verbo jurídico próprio para estas situações. Em terceiro lugar, imaginem como isto funciona na realidade. O macho vai à net e escolhe aquela que parece cumprir melhor todos os devers conjugais. Principalmente os deveres de culinária, limpeza e sexual. Resumindo, pode escolher-se uma prostituta que sabe limpar a casa. E ao fim do tempo estipulado, não se renova o contrato e escolhe-se outra...porque variar de mulher é importante. As relações para toda a vida são demodées...está visto. |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 09:12pm 23/02/2007 |
| |
Se os 10 Cantos dos «Lusíadas»foram uma obra prima, agora é a vez do «Livro do Couro». Aqui vai o índice dos seus 10 capítulos: Capítulo 1: A visualização. O macho observa a fêmea e identifica-a como o seu próximo alvo. Capítulo 2: A abordagem. O macho aproxima-se da fêmea, ou através de um amigo conhecido ou depois de apanhar uma bruta bebedeira. Capítulo 3: O café. O macho e a fêmea trocam números de telemóveis e contactos do msn, para marcarem o cafézinho da moda. Capítulo 4: O beijo. Ao fim de uma dúzia de cafés, eis que o macho engata a fêma e trocam salivas. Capítulo 5: A curte. Macho e fêmea mantém-se enrolados e aquele aproveita para mandar para o ar umas palavras bonitas que ouviu num filme da tvcabo. Capítulo 6: O sexo. O macho não aguenta mais e dá a estocada final que as suas hormonas pedem. Capítulo 7: O cansaço. O macho já comeu o que tinha a comer e assusta-se quando a fêmea balbucia a palavra «namoro», cujo significado não consta do seu ( reduzido) dicionário. Capítulo 8: O fim. O macho vai-se afastando lentamente a ver se a fêmea nem dá pela sua ausência. Capítulo 9: A amizade. O macho diz «Gosto muito de ti como amiga»,sem perceber que se arrisca a levar com o rolo da massa. Capítulo 10: Voltar ao capítulo 1...escolhendo nova vítima. |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 10:18pm 21/11/2006 |
| |
Viram a reportagem do telejornal da TVI no sábado? Parece que existe uma relação entre o comportamento às refeições e a atitude sexual. Uma pessoa que adore entradas, é alguém que gosta de preliminares. Toca a observar qume come croquetes e rissóis de bacalhau...ou camarões, para o caso dos mais ricos. Aquele que petisca do prato dos outros é infiel. Se fosse assim tão simples de perceber acho que não haveria cornudos...porque os jantares antes do casamento seriam constantes. Aquele que tira muita comida para o prato gosta de relações sexuais indiscriminadas... E finalmente, quem passa a refeição a pensar na sobremesa é obcecado por orgasmos. Será que o chocolate consubstancia uma excepção? |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 09:38pm 29/10/2006 |
| |
Não costumo ver novelas diariamente. Mas no outro dia deparei-me com a seguinte cena: está uma viúva, à frente da campa do marido e de repente aparece um gajo jeitoso. A pobre rapariga acredita que é um sinal do defunto e aceita a boleia do Don ruan. Em suma, agora que se aproxima o dia dos finados, aconselho solteiros e viúvos a fazerem esperas à porta dos cemitérios. Afinal de contas os sapos, quando querem ser beijados, não avisam da hora nem local. |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 10:16pm 22/10/2006 |
| |
Eu sei que este tema já vem desactualizado, mas há coisas que são como o Natal...são quando um homem quiser. Há umas semanas foi comemorado o meu dia: o dia do solteiro!! Nessa noite o desgosto foi tanto, que o meu cacto suicidou-se!! Para quem não conheçia o meu cacto, ele era uma planta bastante parada. Mas parada sempre na mesma posição. Não na posição vertical, como um cacto normal...mas na posição vertical...tesa diria eu. O pobre coitado decidiu atirar-se do móvel dos cds. Uma queda fatal. E hoje o seu vaso descansa em paz, na mesa da varanda... |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 10:56am 31/08/2006 |
| |
Numa sociedade como a actual já não existem tabus. Daí eu dedicar as próximas linhas aos : tampões!! Para algumas mulheres é do mais prático e higiénico que há. Para outras é uma verdadeira missão impossível. E aqui está a incoerência. Se tudo o que entra sai, e sabemos que há coisas maiores que entram...como é que usar um tampão se torna tão difícil? Para outras ainda, o difícil está em acreditar que aquilo sai um dia ( neste caso passadas umas horas), mas nesse assunto temos em conta a perspectiva anterior. Para as últimas, é dificil acreditar que aquilo não cairá a qualquer momento. Como é que aquilo aguenta tantas horas? Algo anormal sem dúvida...nenhuma de nós quer andar por aí a semear coisas estrahas. Para os homens, isto é um problema desconhecido. Mais um motivo para eu querer ser homem na próxima encarnação. |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 02:46pm 29/08/2006 |
| |
Um dia li num blog que as relações amorosas são como acções de bolsa. Na verdade, não temos tendência em investir muito numa empresa desconhecida...os investimentos só aumentam a partir do momento em que as acções aumentam devido ao sucesso das transacções no mercado. No início de uma relação amorosa a maioria das pessoas não investe muito, mas a partir de um certo momento o amor toma conta de nós. A desvantagem é que o crash de 29 ainda hoje se pode concretizar em falências amorosas. Conclusão: nem a curto nem a longo prazo devemos investir numa relação mais do que aquilo que estamos dispostos a perder. |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 12:14pm 25/08/2006 |
| |
Recém-regressada do Fundão, guardo como recordação o chocolate quente mais cómico da minha vida. Primeiro haviam de ver a cara do empregado no momento em que lhe pedi uma lista de bebidas...parecia que eu era uma extra-terrestre. Depois de optar pelo chocolate quente, tivemos alguns minutos de espera...começei a imaginar o trabalho que o coitado do empregado estaria a ter a aquecer o leite e a misturar tudo com cuidado para que não houvesse grumos. Eis que somos servidos: vinha a cafeteira com o leite e a chávena vazia. Ao lado, o pacote de chocolate em pó. Será que seria o chocolate quente tíipico da região? Não especulámos, mas o meu pulso fiocu cansado de tanto mexer... |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 09:20pm 18/08/2006 |
| |
Ontem a sair do estacionamento do Oeiras Parque esqueci-me de desligar as luzes. Com um sol tão radioso e apelativo para a praia ( foi num dos intervalos das chuvas dos últimos dias), como é que eu ia reparar nos médios? Na verdade reparei passadas muitas horas, ao ficar sem bateria. Antes que o dia acabasse lá se resolveu o problema. Mas, como a lua já ia alta, o meu irmão não atarrachou bem os isoladores dos pólos da bateria. Por isso, hoje de manhã, fui até à Moviflor de Rio-de-Mouro, daí até ao Lidl de Mem-Martins e daí...já os isoladores estavam desatarrachados o suficiente para o carro se recusar a andar. Mas desconhecia ser esse o problema, por isso esperei mais de uma hora pelo técnico da ACP, para ele fazer algo que eu mesma podia fazer. E o Senhor lá chegou nas suas calmas, ainda a limpar a boca do almoço e a saiu vagorasmente do carro devido à sua barrigona. Não paguei nada, mas tive vontade de lhe apresentar a conta dos produtos (des)congelados que se encontravam no porta-bagagens. Hoje descobri a proporção directa entre o tamanho do pénis e nariz do seu respectivo dono. Tenho muito orgulho no meu nariz por ser sinal de forte personalidade, mas na próxima reencarnação quero ser homem!! |
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
| 11:50am 17/08/2006 |
| |
Esta ideia de ir para fora cá dentro parece que não está a dar bons frutos. A minha mãe insiste em passarmos uns dias numa terra para lá do Fundão. Uma terra chamada «Enxames». Se a vontade já era pouca, diminuiu substancialmente no momento em que a minha imaginação esboçou um grupo de abelhas a fazer a recepção da minha chegada. E mesmo que eu tivesse ouvido mal,a palavra mais parecida para o nome da terra seria «Exames», algo que ressuscitaria traumas académicos recentes. |
|
| |
|
|
| |
|
|
|